Mousse de Limão sem Gelatina

Mousse de Limão sem Gelatina

Mousse de Limão sem Gelatina

Ingredientes:

  • 3 claras de ovo
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite
  • ½ xícara (chá) de suco de limão
  • Quanto baste de raspas de limão

Modo de Preparar:

  • Bata as claras em neve.
  • A seguir, misture em outra tigela o creme de leite com soro e o leite condensado.
  • Acrescente o suco do limão e as claras em neve.
  • Coloque numa fôrma e deixe na geladeira por no mínimo 2 horas.
  • Depois de pronto salpique com as raspas de limão.

Fonte: http://cybercook.com.br (foto: Cyber Cook)

 

Creme de Leite:
Creme de Leite Fresco:
Vendido em potes ou em garrafinhas, o creme de leite fresco também é chamado de “nata” em algumas regiões do Brasil, principalmente nos estados do sul.
Diferente do creme de leite vendido em latas ou em caixinhas, esse produto precisa ser armazenado em temperaturas baixas, por isso ele costuma ficar nos refrigeradores do mercado, perto dos potes de requeijão e outros queijos cremosos.
O creme de leite fresco tem 35% de gordura – o teor mais elevado entre os diferentes tipos desse produto.
Como vantagem, ele pode ser levado ao fogo até a fervura, pois não vai talhar.
Esta também é a base para fazer o verdadeiro chantilly, ou seja, creme de leite batido com açúcar até adquirir uma consistência mais espessa.
Caso você opte por fazer chantilly na sua casa, é preciso cuidar para não passar do ponto e deixar o creme de leite espessar até virar manteiga.
Creme de leite em lata:
Esta versão do creme leite tem menos gordura que o creme de leite fresco, com o teor ficando entre 20% a 25%.
Como o creme de leite em lata vem com o soro separado, ele é ideal para receitas que pedem o creme sem o soro, pois você conseguirá descartá-lo sem muitos problemas.
Por outro lado, se a receita não falar nada sobre separar o creme do soro, você deve misturar o conteúdo da lata com uma colher antes de utilizá-lo.
Creme de leite em caixinha:
O creme de leite em caixinha tem o menor teor de gordura entre as versões, variando entre 17% a 20% conforme a marca.
Quando está na caixinha, o creme de leite já vem misturado com o soro e é impossível separá-los.
Dessa forma, se a receita pedir o creme sem o soro, você não deve usar esse produto.
Além de ser excelente para o preparo de pudins, caldas, ganaches e sobremesas, a versão em caixinha é ideal para receitas que precisam ser fervidas, pois ele não talha com o calor.
Na verdade, o que faz esse creme de leite talhar é a acidez de ingredientes como vinho ou molho de tomate.
(fonte: https://www.dicasdemulher.com.br)

Bolo de Chocolate e Canela

Bolo de Chocolate e Canela

Ingredientes:

  • 1 xícara [chá] de chocolate em pó
  • 1/3 de xícara [chá] de água
  • 1 ovo
  • 1 colher [chá] de essência de baunilha
  • 1 colher [chá] de canela em pó
  • 1 xícara [chá] de farinha de trigo
  • ½ xícara [chá] de açúcar
  • 2 colheres [chá] de fermento
  • 1 pitada de sal
  • 1 xícara [chá] de manteiga
  • 100 g de chocolate amargo grosseiramente picado

Modo de Preparar:

  • Esse bolo é bem pequeno, ideal para servir em um jantar para quatro pessoas, é perfumado com canela e tem pedaços de chocolate amargo picado.
  • Unte uma fôrma com 20 cm de diâmetro com fundo removível.
  • Forre o fundo da fôrma com papel-manteiga, unte-o bem e polvilhe com farinha de trigo.
  • Dissolva o chocolate em pó na água fervendo.
  • Acrescente a essência de baunilha.
  • Deixe esfriar.
  • Bata o ovo como para omelete e misture um pouco do chocolate.
  • Misture a farinha, o açúcar, o sal e o fermento, acrescente o chocolate, bata um pouco e junte o ovo, e a manteiga amolecida.
  • A massa fica mesmo um pouco seca.
  • Por último junte os pedaços de chocolate.
  • Asse a massa em forno bem baixo por 20 minutos.
  • Não há necessidade do bolo ficar seco completamente.
  • Sirva com calda de chocolate e mel.

Fonte: http://cozinhadamarcia.uol.com.br

 

Tipos de Açúcar:
Refinado:
É o açúcar branco mais comum de se encontrar.
Ele tem esse nome, pois passa por um processo de refinamento, recebendo aditivos químicos que deixam o grão bem branco e com aparência uniforme.
O lado ruim é que nesse processo ele perde grande parte de suas vitaminas e minerais.
É usado no preparo de quase todas as sobremesas e bebidas, como sucos e cafés.
Cristal:
Seus grãos são maiores e mais transparentes, por isso é difícil de dissolvê-lo.
A técnica de refinamento usada é leve, mas ainda assim retira cerca de 90% dos sais minerais do alimento.
Porém, rende bastante e é econômico.
Orgânico:
Ele é diferente de todos os outros por ser mais escuro e mais grosso, e é o mais caro também. Em nenhum momento são usados ingredientes artificiais ou agrotóxicos nesse tipo de açúcar, desde o plantio da cana até a industrialização.
De confeiteiro:                               
Muito usado para decorar bolos e tortas por causa dos grãos bem finos.
Isso porque o processo de refinamento ao qual ele é submetido é mais sofisticado, passando por uma peneiragem para que os cristais sejam separados de acordo com a granulometria, seguindo um padrão de tamanho.
Antes de ser embalado, o açúcar recebe uma pequena quantidade de amido de arroz, milho ou fosfato de cálcio, para que os grãos não grudem dentro do pacote.
Mascavo:
Ele tem a cor caramelo, é mais úmido e seu sabor lembra a rapadura.
Isso porque ele passa por um cozimento e ocorre a cristalização do caldo de cana-de-açúcar.
Além disso, como ele não passa pelo processo de refinamento, seus nutrientes são conservados, como ferro e cálcio.
Ele pode ser usado em diversas receitas substituindo o açúcar tradicional, mas deixa um leve sabor residual.
Demerara:
O processo de produção é bem parecido com o do mascavo, porém, ele ainda passa por um refinamento leve, sem receber nenhum aditivo químico.
É um dos tipos mais caros no mercado.
Light:
É uma combinação do açúcar refinado com adoçantes artificiais, como o aspartame.
Ele tem 4 vezes mais poder de adoçar do que o açúcar comum.
Por isso, é preciso tomar cuidado na hora de substituir o açúcar comum pelo light em suas receitas.
Outros açúcares:
Existem ainda os tipos que são mais comuns na indústria ou específicos para uma receita.
É o caso do vanille, que tem um leve sabor de baunilha e é usado em biscoitinhos e alguns tipos de bolos.
Mas não é tão fácil de encontrar.
Tem ainda o xarope invertido, que é a mistura de glicose, frutose e sacarose.
É muito utilizado na indústria alimentícia para adoçar sorvetes, caldas, balas, licores, geleias, biscoitos etc.
E o açúcar líquido, também chamado de xarope simples, usado na fabricação de balas e refrigerantes.
(fonte: Júlia Prado – https://guiadacozinha.com.br)