Escondidinho de Inhame com Bolonhesa de Lentilhas

Escondidinho de Inhame com Bolonhesa de Lentilhas
Ingredientes:
Purê:
  • 4 inhames médios
  • Água para cozinhar o inhame
  • Vinagre a gosto
  • 100 ml de leite de coco
  • 100 ml de água
  • Sal a gosto
  • Noz-moscada a gosto
Bolonhesa de lentilha:
  • 500 g de molho de tomate
  • Sal a gosto
  • 1 colher (café) de páprica
  • 500 g de lentilha demolhada por 8 horas com louro e vinagre
  • 1 colher (sopa) de fumaça liquida
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 1 colher (sopa) de molho umami
  • Pimenta-do-reino a gosto
Montagem:
  • Azeite de oliva a gosto
  • Fubá fino a gosto

  • Escondidinho de Inhame com Bolonhesa de Lentilhas
Modo de Preparar:
Purê:
Cozinhe os inhames com casca em água com um pouco de vinagre.
  • Abaixe o fogo e cozinhe até ficar macio.
  • Descasque os inhames e coloque no liquidificador com leite de coco e água.
  • Quando virar um purê, tempere com sal e noz-moscada.
Bolonhesa de lentilha:
  • Tempere o molho de tomate com sal e páprica.
  • Adicione a lentilha e deixe cozinhar por 8 minutos.
  • Acrescente o restante dos ingredientes, exceto a pimenta.
  • Prove, acerte o sal e coloque a pimenta.
  • montagem do prato
  • Unte um refratário com azeite.
  • Faça uma camada de purê.
  • Ajeite a bolonhesa de lentilha por cima.
  • Faça outra camada de purê.
  • Polvilhe fubá fino por cima.
  • Leve ao forno médio até dourar.
  • Agora é só servir.
Fonte: Keterin – Receiteria – https://www.receiteria.com.br
 
 
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Informações Úteis:
Fubá:
Grande alimento do povo durante o Ciclo do Ouro, o fubá proveniente do milho começa a fazer parte da alimentação brasileira por influência dos portugueses no século 18.
Foram os tropeiros viajantes que incluíram o ingrediente nas refeições da colônia.
A escritora Caloca Fernandes descreve no livro “Viagens Gastronômicas através do Brasil” este momento decisivo na história da gastronomia brasileira.
“Sob a forma de fubá, palavra herdada dos africanos para designar farinha, passa a alimentar viajantes e tropeiros, substituindo muitas vezes a farinha de mandioca nos tonéis”.
Na História da Gastronomia brasileira têm-se registro de misturas das culinárias indígenas, africanas e portuguesas, estas que trouxeram a nós o complexo alimentar do milho com as típicas receitas de polenta, mingau, broa de fubá, pamonhas e quitutes.
Fubá Branco:
É em Minas Gerais, precisamente em Barbacena, no território do Campo das Vertentes, que o Fubá branco é um alimento ícone preservado da gastronomia mineira.
Facilmente encontrado nas feiras livres da cidade, produtores e feirantes mantêm a tradição desde o plantio a moagem.
Fubá Amarelo x Fubá Branco:
Qual a diferença?
O milho branco é colhido imaturamente e muitas vezes tratado como vegetal ao invés de grão.
De cor branca, ligeiramente amarelada, o grão possui sabor mais delicado, por ter em sua composição mais açúcar que amido.
Por não ter vocação de grande produção e depender de pequenos produtores, o fubá branco só pode ser encontrado quando existe uma aproximação entre o produtor e o consumidor.
É preciso valorizar o processo artesanal de plantio e moagem do milho para que essa tradição não se perca.
(fonte: http://hojeemdia.com.br/almanaque/gastronomia)

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