Gratinado de Batata e Alho-Poró 02

Gratinado de Batata e Alho-Poró 02

Panceta com Vinagre Xerez e Purê de InhameIngredientes:

  • 3 batatas médias descascadas
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 alho-poró médio fatiado
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • Sal e orégano a gosto

Gratinado de Batata e Alho-Poró 02

Modo de Preparar:

  • Numa panela, coloque as batatas, cubra com água e cozinhe em fogo baixo por 10 minutos, ou até que estejam pré-cozidas.
  • Retire do fogo, escorra a água e deixe esfriar um pouco.
  • Em seguida, corte-as em rodelas de 1 cm de espessura cada uma.
  • Numa assadeira refratária, untada com 1 colher (sopa) de manteiga, disponha as rodelas de batata, intercaladas com as rodelas de alho-poró.
  • Salpique o sal e reserve.
  • Leve ao fogo uma panela com 1 e ½ xícara (chá) de leite, o orégano e a manteiga restante por cerca de 5 minutos.
  • Assim que ferver, junte a farinha de trigo dissolvida no leite restante e, sem parar de mexer, deixe cozinhar até começar a desgrudar do fundo da panela.
  • Retire o creme do fogo e despeje sobre as batatas e o alho-poró.
  • Leve ao forno médio por 15 minutos, ou até as batatas ficarem macias.
  • Retire do forno e sirva decorado com salsinha e pimenta-rosa.

Fonte: Site Revista Cláudia – http://mdemulher.abril.com.br (foto: Alex Silva)

Batata:
Depois do trigo, do arroz e do milho, a batata é o quarto alimento mais cultivado no mundo.
Nada mal para um tubérculo milenar, que enfrentou calúnias séculos atrás, acusado até de causar lepra.
Embora de origem sul-americana (surgiu na região dos Andes), a batata comum, conhecida também como batata-inglesa, é de cultivo relativamente recente no Brasil: foi trazida por europeus que se instalaram no sul do país.
Pobre em gordura e rica em amido, que chega a compor 80% de seu peso seco, ela contém vitaminas e minerais.
Para evitar a perda de nutrientes, o ideal é que seja cozida com casca, inteira, ou preparada no vapor.
A seguir, algumas variedades de batata, outros tubérculos similares e uma raiz aparentada, com dicas de preparo do Chef Carlos Ribeiro, do restaurante paulistano Na Cozinha.
Batata-doce:
Diferentemente da batata-inglesa, que é um tubérculo (caule subterrâneo), a batata-doce é uma raiz rica em fibras, de polpa branca e cremosa e sabor adocicado.
Carlos Ribeiro conta que na Paraíba, sua terra natal, a variedade roxa é servida cozida, frita com manteiga ou como doce.
Monalisa:
É a variedade mais plantada no país.
Tem formato oval e alongado, com polpa e casca amarelo claro.
Apresenta boa consistência quando cozida e é indicada para o preparo de purês e saladas.
Asterix:
De formato oval e comprido, tem casca avermelhada e polpa amarela claro.
Resiste relativamente bem ao congelamento.
“É muito boa para fritar, principalmente com casca”, ensina Ribeiro.
 “Como tem menos água que outras variedades, a Asterix é excelente para purês; no nhoque, é nota 10.”
Yacon:
Muito apreciado no Japão, esse tubérculo ganhou no Brasil o apelido de batata diet, por apresentar baixo teor calórico.
Com sabor delicado, que lembra pera, é consumido cru.
Suas folhas são indicadas para o tratamento do colesterol e diabetes.
“Os japoneses também o utilizam na produção de macarrão”, diz o Chef.
Bolinha:
Trata-se da batata-inglesa em dimensões reduzidas.
“Como é pequena e delicada, torna-se ideal para conservas, marinadas e acompanhamentos”, explica o Chef do Na Cozinha.
Batata-baroa:
A famosa mandioquinha, de origem andina, é fina e comprida, com casca e polpa bem amarelas.
Seu amido é facilmente digerido e por isso é indicada na alimentação de crianças e convalescentes.
“É excelente no preparo de purês e de sopas”, ensina Ribeiro.
(fonte: https://revistacasaejardim.globo.com)

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