Escondidinho de Carne-Seca 16

Escondidinho de Carne-Seca 16

Ingredientes:

1 caixa de carne-seca desfiada e dessalgada Vapza (400 g)

1 cebola-roxa

1 colher (sopa) de azeite

1 colher (sopa) de manteiga

Pimenta-do-reino a gosto.

Purê de batatas:

4 batatas médias

Sal a gosto

2 colheres (sopa) de manteiga

Leite o quanto baste

Escondidinho de Carne-Seca 16

Modo de Preparar:

Corte a cebola em rodelas ou cubos, como preferir. Reserve.

Escorra o líquido da embalagem de carne-seca.

Numa panela, esquente o azeite, coloque a cebola e refogue até ficar transparente.

Acrescente a carne-seca e refogue até a carne-seca estar ligeiramente frita, tempere com pimenta-do-reino e ½ xícara [chá] de água, misture tudo e deixe ferver por uns minutos.

Por fim adicione a manteiga, mexa bem e desligue.

Purê de batatas:

Descasque as batatas e corte em rodelas médias.

Numa panela coloque as batatas, sal a gosto e água dois dedos acima das batatas para cozinhar.

Geralmente depois que a água ferve demora 10 minutos, mas não se preocupe, a batata pode cozinhar um pouco mais, pois será amassada.

Retire a batatas da água e esprema numa vasilha.

Derrame a água da panela, acrescente a manteiga, a batata e coloque o leite aos poucos, misturando bem, use fogo baixo.

Acerte o sal.

Caso queira um purê bem liso, passe o purê numa peneira ou use um mix para processar o purê na própria panela.

Montagem:

Numa travessa coloque uma parte do purê, por cima acrescente a carne seca e cubra com o restante do purê.

Se desejar coloque um pouco de queijo ralado por cima.

Leve ao forno à temperatura de 180°C.

Deixe ferver e começar a dourar.

Sirva quente.

Fonte: http://entrepratosecopos.xpg.uol.com.br (foto: @ Gladstone Campos)

Mais Receitas:

Bolinho de Milho 02

Bolinho de Mandioquinha 02

Bolinho de Berinjela 02

Bolinho de Batata Recheado com Bacalhau

Bolinho de Bobó de Camarão

Informações Úteis:

Batata:

Depois do trigo, do arroz e do milho, a batata é o quarto alimento mais cultivado no mundo.

Nada mal para um tubérculo milenar, que enfrentou calúnias séculos atrás, acusado até de causar lepra.

Embora de origem sul-americana (surgiu na região dos Andes), a batata comum, conhecida também como batata-inglesa, é de cultivo relativamente recente no Brasil: foi trazida por europeus que se instalaram no sul do país.

Pobre em gordura e rica em amido, que chega a compor 80% de seu peso seco, ela contém vitaminas e minerais.

Para evitar a perda de nutrientes, o ideal é que seja cozida com casca, inteira, ou preparada no vapor.

A seguir, algumas variedades de batata, outros tubérculos similares e uma raiz aparentada, com dicas de preparo do Chef Carlos Ribeiro, do restaurante paulistano Na Cozinha.

Batata-doce:

Diferentemente da batata-inglesa, que é um tubérculo (caule subterrâneo), a batata-doce é uma raiz rica em fibras, de polpa branca e cremosa e sabor adocicado.

Carlos Ribeiro conta que na Paraíba, sua terra natal, a variedade roxa é servida cozida, frita com manteiga ou como doce.

Monalisa:

É a variedade mais plantada no país.

Tem formato oval e alongado, com polpa e casca amarelo claro.

Apresenta boa consistência quando cozida e é indicada para o preparo de purês e saladas.

Asterix:

De formato oval e comprido, tem casca avermelhada e polpa amarela claro.

Resiste relativamente bem ao congelamento.

“É muito boa para fritar, principalmente com casca”, ensina Ribeiro.

 “Como tem menos água que outras variedades, a Asterix é excelente para purês; no nhoque, é nota 10.”

Yacon:

Muito apreciado no Japão, esse tubérculo ganhou no Brasil o apelido de batata diet, por apresentar baixo teor calórico.

Com sabor delicado, que lembra pera, é consumido cru.

Suas folhas são indicadas para o tratamento do colesterol e diabetes.

“Os japoneses também o utilizam na produção de macarrão”, diz o Chef.

Bolinha:

Trata-se da batata-inglesa em dimensões reduzidas.

“Como é pequena e delicada, torna-se ideal para conservas, marinadas e acompanhamentos”, explica o Chef do Na Cozinha.

Batata-baroa:

A famosa mandioquinha, de origem andina, é fina e comprida, com casca e polpa bem amarelas.

Seu amido é facilmente digerido e por isso é indicada na alimentação de crianças e convalescentes.

“É excelente no preparo de purês e de sopas”, ensina Ribeiro.

(fonte: https://revistacasaejardim.globo.com)

Escondidinho de Carne-Seca 16
Ingredientes:
  • 1 caixa de carne-seca desfiada e dessalgada Vapza (400 g)
  • 1 cebola-roxa
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • Pimenta-do-reino a gosto.
Purê de batatas:
  • 4 batatas médias
  • Sal a gosto
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • Leite o quanto baste

Escondidinho de Carne-Seca 16
Modo de Preparar:
  • Corte a cebola em rodelas ou cubos, como preferir. Reserve.
  • Escorra o líquido da embalagem de carne-seca.
  • Numa panela, esquente o azeite, coloque a cebola e refogue até ficar transparente.
  • Acrescente a carne-seca e refogue até a carne-seca estar ligeiramente frita, tempere com pimenta-do-reino e ½ xícara [chá] de água, misture tudo e deixe ferver por uns minutos.
  • Por fim adicione a manteiga, mexa bem e desligue.
Purê de batatas:
  • Descasque as batatas e corte em rodelas médias.
  • Numa panela coloque as batatas, sal a gosto e água dois dedos acima das batatas para cozinhar.
  • Geralmente depois que a água ferve demora 10 minutos, mas não se preocupe, a batata pode cozinhar um pouco mais, pois será amassada.
  • Retire a batatas da água e esprema numa vasilha.
  • Derrame a água da panela, acrescente a manteiga, a batata e coloque o leite aos poucos, misturando bem, use fogo baixo.
  • Acerte o sal.
  • Caso queira um purê bem liso, passe o purê numa peneira ou use um mix para processar o purê na própria panela.
Montagem:
  • Numa travessa coloque uma parte do purê, por cima acrescente a carne seca e cubra com o restante do purê.
  • Se desejar coloque um pouco de queijo ralado por cima.
  • Leve ao forno à temperatura de 180°C.
  • Deixe ferver e começar a dourar.
  • Sirva quente.
Fonte: http://entrepratosecopos.xpg.uol.com.br (foto: @ Gladstone Campos)
 
 
Mais Receitas:
Bolinho de Milho 02
Bolinho de Mandioquinha 02
Bolinho de Berinjela 02
Bolinho de Batata Recheado com Bacalhau
Bolinho de Bobó de Camarão
 
 
Informações Úteis:
Batata:
Depois do trigo, do arroz e do milho, a batata é o quarto alimento mais cultivado no mundo.
Nada mal para um tubérculo milenar, que enfrentou calúnias séculos atrás, acusado até de causar lepra.
Embora de origem sul-americana (surgiu na região dos Andes), a batata comum, conhecida também como batata-inglesa, é de cultivo relativamente recente no Brasil: foi trazida por europeus que se instalaram no sul do país.
Pobre em gordura e rica em amido, que chega a compor 80% de seu peso seco, ela contém vitaminas e minerais.
Para evitar a perda de nutrientes, o ideal é que seja cozida com casca, inteira, ou preparada no vapor.
A seguir, algumas variedades de batata, outros tubérculos similares e uma raiz aparentada, com dicas de preparo do Chef Carlos Ribeiro, do restaurante paulistano Na Cozinha.
Batata-doce:
Diferentemente da batata-inglesa, que é um tubérculo (caule subterrâneo), a batata-doce é uma raiz rica em fibras, de polpa branca e cremosa e sabor adocicado.
Carlos Ribeiro conta que na Paraíba, sua terra natal, a variedade roxa é servida cozida, frita com manteiga ou como doce.
Monalisa:
É a variedade mais plantada no país.
Tem formato oval e alongado, com polpa e casca amarelo claro.
Apresenta boa consistência quando cozida e é indicada para o preparo de purês e saladas.
Asterix:
De formato oval e comprido, tem casca avermelhada e polpa amarela claro.
Resiste relativamente bem ao congelamento.
“É muito boa para fritar, principalmente com casca”, ensina Ribeiro.
 “Como tem menos água que outras variedades, a Asterix é excelente para purês; no nhoque, é nota 10.”
Yacon:
Muito apreciado no Japão, esse tubérculo ganhou no Brasil o apelido de batata diet, por apresentar baixo teor calórico.
Com sabor delicado, que lembra pera, é consumido cru.
Suas folhas são indicadas para o tratamento do colesterol e diabetes.
“Os japoneses também o utilizam na produção de macarrão”, diz o Chef.
Bolinha:
Trata-se da batata-inglesa em dimensões reduzidas.
“Como é pequena e delicada, torna-se ideal para conservas, marinadas e acompanhamentos”, explica o Chef do Na Cozinha.
Batata-baroa:
A famosa mandioquinha, de origem andina, é fina e comprida, com casca e polpa bem amarelas.
Seu amido é facilmente digerido e por isso é indicada na alimentação de crianças e convalescentes.
“É excelente no preparo de purês e de sopas”, ensina Ribeiro.
(fonte: https://revistacasaejardim.globo.com)

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