Filé de Peixe com Bacon e Batata
Ingredientes:
- 400 g de filé de peixe filhote
- ½ kg de batata
- 100 g de bacon
- 50 g de manteiga
- 2 cebolas médias
- 2 colheres (sopa) de mostarda
- 2 colheres (sopa) de leite evaporado
- Sal a gosto
Filé de Peixe com Bacon e Batata
Modo de Preparar:
- Cozinhe as batatas em bastante água salgada por cerca de 30 minutos, escorra-as e deixe esfriar.
- Derreta a manteiga numa panela e, quando começar a espumar, acrescente as cebolas cortadas em fatias e o bacon em tirinhas.
- Refogue por alguns minutos em fogo baixo, junte os filés e as batatas cortadas em fatias, tempere com sal e mexa delicadamente com uma colher de pau.
- Cozinhe por cerca de 10 minutos, umedecendo de vez em quando com um pouco de água quente.
- Coloque numa tigela a mostarda e o leite evaporado, misture bem, e despeje na panela.
- Mantenha-a no fogo por mais 10 minutos.
- Transfira o peixe e as batatas para uma travessa.
- Sirva imediatamente.
Fonte: http://www.fastfish.com.br
Batata:
Depois do trigo, do arroz e do milho, a batata é o quarto alimento mais cultivado no mundo.
Nada mal para um tubérculo milenar, que enfrentou calúnias séculos atrás, acusado até de causar lepra.
Embora de origem sul-americana (surgiu na região dos Andes), a batata comum, conhecida também como batata-inglesa, é de cultivo relativamente recente no Brasil: foi trazida por europeus que se instalaram no sul do país.
Pobre em gordura e rica em amido, que chega a compor 80% de seu peso seco, ela contém vitaminas e minerais.
Para evitar a perda de nutrientes, o ideal é que seja cozida com casca, inteira, ou preparada no vapor.
A seguir, algumas variedades de batata, outros tubérculos similares e uma raiz aparentada, com dicas de preparo do Chef Carlos Ribeiro, do restaurante paulistano Na Cozinha.
Batata-doce:
Diferentemente da batata-inglesa, que é um tubérculo (caule subterrâneo), a batata-doce é uma raiz rica em fibras, de polpa branca e cremosa e sabor adocicado.
Carlos Ribeiro conta que na Paraíba, sua terra natal, a variedade roxa é servida cozida, frita com manteiga ou como doce.
Monalisa:
É a variedade mais plantada no país.
Tem formato oval e alongado, com polpa e casca amarelo claro.
Apresenta boa consistência quando cozida e é indicada para o preparo de purês e saladas.
Asterix:
De formato oval e comprido, tem casca avermelhada e polpa amarela claro.
Resiste relativamente bem ao congelamento.
“É muito boa para fritar, principalmente com casca”, ensina Ribeiro.
“Como tem menos água que outras variedades, a Asterix é excelente para purês; no nhoque, é nota 10.”
Yacon:
Muito apreciado no Japão, esse tubérculo ganhou no Brasil o apelido de batata diet, por apresentar baixo teor calórico.
Com sabor delicado, que lembra pera, é consumido cru.
Suas folhas são indicadas para o tratamento do colesterol e diabetes.
“Os japoneses também o utilizam na produção de macarrão”, diz o Chef.
Bolinha:
Trata-se da batata-inglesa em dimensões reduzidas.
“Como é pequena e delicada, torna-se ideal para conservas, marinadas e acompanhamentos”, explica o Chef do Na Cozinha.
Batata-baroa:
A famosa mandioquinha, de origem andina, é fina e comprida, com casca e polpa bem amarelas.
Seu amido é facilmente digerido e por isso é indicada na alimentação de crianças e convalescentes.
“É excelente no preparo de purês e de sopas”, ensina Ribeiro.