Molho de Maionese Picante
Ingredientes:
- 1 xícara (chá) de maionese
- 1 colher (café) de pimenta forte
- 1 colher (café) de mostarda
- 1 colher (sopa) de açúcar
- Cebolinha e pepino de conserva
Molho de Maionese Picante
Modo de Preparar:
- Juntar à maionese, o açúcar, a mostarda, cebolinhas de conserva, pepinos bem picadinhos e a pimenta forte.
Fonte: http://www.mundodesabores.com.br
Maionese Caseira da Rita Lobo:
Ingredientes:
2 gemas de ovo
1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco
1 colher (sopa) de mostarda de Dijon
200 ml de óleo
Modo de Preparar:
o copo do mixer coloque as gemas, a mostarda, o vinagre e o óleo.
Pressione o mixer (desligado) contra o fundo do copo e só então ligue.
Bata por 10 segundos sem mexer.
Quando a maionese começar a se formar, levante o mixer delicadamente para uma das laterais, sem parar de bater, e repita para o outro lado.
Repita o movimento até formar um molho firme não mexa muito rápido nem faça movimentos de cima para baixo, isso pode fazer a maionese talhar.
Em 15 segundos, a maionese fica pronta.
Utilize a seguir ou armazene na geladeira por até 3 dias.
Nota: algumas mostardas são mais salgadas do que as outras; prove e ajuste o sal se necessário.
Tipos de Açúcar:
Refinado:
É o açúcar branco mais comum de se encontrar.
Ele tem esse nome, pois passa por um processo de refinamento, recebendo aditivos químicos que deixam o grão bem branco e com aparência uniforme.
O lado ruim é que nesse processo ele perde grande parte de suas vitaminas e minerais.
É usado no preparo de quase todas as sobremesas e bebidas, como sucos e cafés.
Cristal:
Seus grãos são maiores e mais transparentes, por isso é difícil de dissolvê-lo.
A técnica de refinamento usada é leve, mas ainda assim retira cerca de 90% dos sais minerais do alimento.
Porém, rende bastante e é econômico.
Orgânico:
Ele é diferente de todos os outros por ser mais escuro e mais grosso, e é o mais caro também. Em nenhum momento são usados ingredientes artificiais ou agrotóxicos nesse tipo de açúcar, desde o plantio da cana até a industrialização.
De confeiteiro:
Muito usado para decorar bolos e tortas por causa dos grãos bem finos.
Isso porque o processo de refinamento ao qual ele é submetido é mais sofisticado, passando por uma peneiragem para que os cristais sejam separados de acordo com a granulometria, seguindo um padrão de tamanho.
Antes de ser embalado, o açúcar recebe uma pequena quantidade de amido de arroz, milho ou fosfato de cálcio, para que os grãos não grudem dentro do pacote.
Mascavo:
Ele tem a cor caramelo, é mais úmido e seu sabor lembra a rapadura.
Isso porque ele passa por um cozimento e ocorre a cristalização do caldo de cana-de-açúcar.
Além disso, como ele não passa pelo processo de refinamento, seus nutrientes são conservados, como ferro e cálcio.
Ele pode ser usado em diversas receitas substituindo o açúcar tradicional, mas deixa um leve sabor residual.
Demerara:
O processo de produção é bem parecido com o do mascavo, porém, ele ainda passa por um refinamento leve, sem receber nenhum aditivo químico.
É um dos tipos mais caros no mercado.
Light:
É uma combinação do açúcar refinado com adoçantes artificiais, como o aspartame.
Ele tem 4 vezes mais poder de adoçar do que o açúcar comum.
Por isso, é preciso tomar cuidado na hora de substituir o açúcar comum pelo light em suas receitas.
Outros açúcares:
Existem ainda os tipos que são mais comuns na indústria ou específicos para uma receita.
É o caso do vanille, que tem um leve sabor de baunilha e é usado em biscoitinhos e alguns tipos de bolos.
Mas não é tão fácil de encontrar.
Tem ainda o xarope invertido, que é a mistura de glicose, frutose e sacarose.
É muito utilizado na indústria alimentícia para adoçar sorvetes, caldas, balas, licores, geleias, biscoitos etc.
E o açúcar líquido, também chamado de xarope simples, usado na fabricação de balas e refrigerantes.