Bolo de Milho-Verde da Fazenda

Bolo de Milho-Verde da Fazenda

Bolo de Milho-Verde da Fazenda

Ingredientes:
  • 2 ½ xícaras (chá) de grãos de milho-verde (400 g ou 5 espigas);
  • 1 ¾ xícara (chá) de açúcar;
  • 3 ovos;
  • 1 xícara (chá) de óleo vegetal;
  • 1 colher (sopa) de fermento químico;
  • 25 g de manteiga em temperatura ambiente;
  • ½ xícara (chá) de coco seco ralado;
  • 1 xícara (chá) de leite;
  • Manteiga para untar;
  • Açúcar para polvilhar a fôrma.

Bolo de Milho-Verde da Fazenda
Modo de Preparar:
  • Aqueça o forno a 180°C (médio).
  • Unte com manteiga e polvilhe com açúcar uma fôrma média e lisa para pudim.
  • Bata todos os ingredientes no liquidificador até obter um creme homogêneo, mas não totalmente liso.
  • Despeje a massa na fôrma e asse (sem banho-maria) por uns 45 minutos, até o bolo dourar e firmar (enfiando um palito no centro, ele deverá sair limpo).
  • Desenforme o bolo ainda morno e sirva com um cafezinho.
  • Se quiser, polvilhe canela em pó por cima.
Nota: Diferentemente dos bolos-esponja tradicionais, que devem sua estrutura alta e firme à mistura de açúcar, farinha e ovos, este cresce apenas com as fibras moídas destes ingredientes. Quem confirma a receita é a própria Heloisa Bacellar, que afirma: “É exatamente isso que a gente faz. Não tem farinha mesmo. É quase um pudim.” O resultado é meio cremoso, meio seco, por vezes lembra uma queijadinha (e tudo depende do forno).
Fonte: Chef Heloísa Bacellar –  http://revistacasaejardim.globo.com (foto: Rogério Voltan)
 
 
Outras Receitas:
Minipenne com Creme de Brócolis e Presunto Cozido
Sopa de Aspargo 04
Wrap de Salmão e Vegetais
Salpicão Light 03
Cupcake Salgado
 
Bolo de Milho-Verde da Fazenda
 
Informações Úteis:
Tipos de Açúcar:
Refinado:
É o açúcar branco mais comum de se encontrar.
Ele tem esse nome, pois passa por um processo de refinamento, recebendo aditivos químicos que deixam o grão bem branco e com aparência uniforme.
O lado ruim é que nesse processo ele perde grande parte de suas vitaminas e minerais.
É usado no preparo de quase todas as sobremesas e bebidas, como sucos e cafés.
Cristal:
Seus grãos são maiores e mais transparentes, por isso é difícil de dissolvê-lo.
A técnica de refinamento usada é leve, mas ainda assim retira cerca de 90% dos sais minerais do alimento.
Porém, rende bastante e é econômico.
Orgânico:
Ele é diferente de todos os outros por ser mais escuro e mais grosso, e é o mais caro também. Em nenhum momento são usados ingredientes artificiais ou agrotóxicos nesse tipo de açúcar, desde o plantio da cana até a industrialização.
De confeiteiro:      
Muito usado para decorar bolos e tortas por causa dos grãos bem finos.
Isso porque o processo de refinamento ao qual ele é submetido é mais sofisticado, passando por uma peneiragem para que os cristais sejam separados de acordo com a granulometria, seguindo um padrão de tamanho.
Antes de ser embalado, o açúcar recebe uma pequena quantidade de amido de arroz, milho ou fosfato de cálcio, para que os grãos não grudem dentro do pacote.
Mascavo:
Ele tem a cor caramelo, é mais úmido e seu sabor lembra a rapadura.
Isso porque ele passa por um cozimento e ocorre a cristalização do caldo de cana-de-açúcar.
Além disso, como ele não passa pelo processo de refinamento, seus nutrientes são conservados, como ferro e cálcio.
Ele pode ser usado em diversas receitas substituindo o açúcar tradicional, mas deixa um leve sabor residual.
Demerara:
O processo de produção é bem parecido com o do mascavo, porém, ele ainda passa por um refinamento leve, sem receber nenhum aditivo químico.
É um dos tipos mais caros no mercado.
Light:
É uma combinação do açúcar refinado com adoçantes artificiais, como o aspartame.
Ele tem 4 vezes mais poder de adoçar do que o açúcar comum.
Por isso, é preciso tomar cuidado na hora de substituir o açúcar comum pelo light em suas receitas.
Outros açúcares:
Existem ainda os tipos que são mais comuns na indústria ou específicos para uma receita.
É o caso do vanille, que tem um leve sabor de baunilha e é usado em biscoitinhos e alguns tipos de bolos.
Mas não é tão fácil de encontrar.
Tem ainda o xarope invertido, que é a mistura de glicose, frutose e sacarose.
É muito utilizado na indústria alimentícia para adoçar sorvetes, caldas, balas, licores, geleias, biscoitos etc.
E o açúcar líquido, também chamado de xarope simples, usado na fabricação de balas e refrigerantes.
(fonte: Júlia Prado – https://guiadacozinha.com.br)
 

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