Caldo Verde com Costelinha 01

Caldo Verde com Costelinha

Ingredientes:

  • 1 kg de batata
  • 2 Litros de água
  • 1 Paio em rodelas
  • 1 Linguiça calabresa em rodelas
  • 300 g de costelinha suína dessalgada
  • Quanto baste de sal
  • 1 Cebola média
  • 6 Dentes de alho
  • 1 Maço de couve-manteiga

Caldo Verde com Costelinha

Modo de Preparar:

  • Fure as batatas com o auxílio de um garfo e leve em recipiente tampado ao micro-ondas (sem água) e deixe cozinhar em potência alta por 10 minutos aproximadamente
  • Se não tiver micro-ondas, cozinhe-as na água, com casca e tudo
  • Enquanto as batatas cozinham coloque a cebola e o alho para refogar, de preferência no azeite, em uma panela de quatro litros, mexendo de vez em quando
  • Corte a couve bem fininha
  • Coloque-a em um escorredor de macarrão
  • Ferva uma água e jogue por cima dela e, logo em seguida, dê um choque térmico com água muito gelada
  • Isso vai garantir que a couve fique bem verdinha
  • Coloque a água junto com as carnes para começar a esquentar
  • Enquanto isso esprema as batatas, com casca e tudo, de modo que fique batata para um lado e casca para o outro
  • Coloque este purê na água que já deve estar levantando fervura e mexa bastante
  • Deixe cozinhar por uns 15 minutos
  • Jogue a couve e aguarde mais 5 minutos antes de apagar o fogo definitivamente e servir.

Fonte: http://www.almanaqueculinario.com.br

Batata:
Depois do trigo, do arroz e do milho, a batata é o quarto alimento mais cultivado no mundo.
Nada mal para um tubérculo milenar, que enfrentou calúnias séculos atrás, acusado até de causar lepra.
Embora de origem sul-americana (surgiu na região dos Andes), a batata comum, conhecida também como batata-inglesa, é de cultivo relativamente recente no Brasil: foi trazida por europeus que se instalaram no sul do país.
Pobre em gordura e rica em amido, que chega a compor 80% de seu peso seco, ela contém vitaminas e minerais.
Para evitar a perda de nutrientes, o ideal é que seja cozida com casca, inteira, ou preparada no vapor.
A seguir, algumas variedades de batata, outros tubérculos similares e uma raiz aparentada, com dicas de preparo do Chef Carlos Ribeiro, do restaurante paulistano Na Cozinha.
Batata-doce:
Diferentemente da batata-inglesa, que é um tubérculo (caule subterrâneo), a batata-doce é uma raiz rica em fibras, de polpa branca e cremosa e sabor adocicado.
Carlos Ribeiro conta que na Paraíba, sua terra natal, a variedade roxa é servida cozida, frita com manteiga ou como doce.
Monalisa:
É a variedade mais plantada no país.
Tem formato oval e alongado, com polpa e casca amarelo claro.
Apresenta boa consistência quando cozida e é indicada para o preparo de purês e saladas.
Asterix:
De formato oval e comprido, tem casca avermelhada e polpa amarela claro.
Resiste relativamente bem ao congelamento.
“É muito boa para fritar, principalmente com casca”, ensina Ribeiro.
 “Como tem menos água que outras variedades, a Asterix é excelente para purês; no nhoque, é nota 10.”
Yacon:
Muito apreciado no Japão, esse tubérculo ganhou no Brasil o apelido de batata diet, por apresentar baixo teor calórico.
Com sabor delicado, que lembra pera, é consumido cru.
Suas folhas são indicadas para o tratamento do colesterol e diabetes.
“Os japoneses também o utilizam na produção de macarrão”, diz o Chef.
Bolinha:
Trata-se da batata-inglesa em dimensões reduzidas.
“Como é pequena e delicada, torna-se ideal para conservas, marinadas e acompanhamentos”, explica o Chef do Na Cozinha.
Batata-baroa:
A famosa mandioquinha, de origem andina, é fina e comprida, com casca e polpa bem amarelas.
Seu amido é facilmente digerido e por isso é indicada na alimentação de crianças e convalescentes.
“É excelente no preparo de purês e de sopas”, ensina Ribeiro.
(fonte: https://revistacasaejardim.globo.com)

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