Pissaladière
Ingredientes:
- 4 xícaras [chá] de farinha de trigo
- ½ colher [chá] de açúcar
- 2 colheres [chá] de fermento biológico desidratado
- 1 2/3 xícara [chá] de água morna
- 1/8 de xícara [chá] de azeite extravirgem
Pissaladière
Modo de Preparar:
- Desmanche o fermento com o açúcar em uma colher [sopa] de água morna.
- Deixe crescer enquanto mistura a água com o sal.
- Meça a farinha em uma tigela grande e alta.
- Faça uma cova no centro e acrescente o azeite, e a mistura de fermento, a essa altura deve estar espumando e dando sinais de que o fermento está ativo.
- Caso contrário, troque o fermento.
- Comece a trabalhar a massa, misturando a farinha aos demais ingredientes e coloque aos poucos a água.
- Misture até obter uma massa elástica.
- Sove a massa abrindo-a em diferentes direções, com o auxílio de um rolo, três a quatro vezes bastam.
- Se a massa parecer um pouco seca unte as mãos com um pouco de azeite e trabalhe rapidamente a bola de massa.
- Coloque a massa numa tigela untada com azeite, cubra com um pano úmido.
- Deixe crescer até dobrar de volume.
- Dê uns beliscões na massa para soltar o ar acumulado durante o crescimento.
- Estique com o rolo do tamanho da fôrma que vai ser utilizada, ou quase e coloque na fôrma untada de azeite.
- Descanse as fôrmas cobertas com um pano úmido por mais meia hora.
- Enquanto isso ligue o forno em temperatura alta, 240°C.
- Antes de cobrir a massa com queijo ou com o recheio de sua preferência, aperte-a um pouco para desinchar.
Fonte: http://cozinhadamarcia.uol.com.br
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Tipos de Açúcar:
Refinado:
É o açúcar branco mais comum de se encontrar.
Ele tem esse nome, pois passa por um processo de refinamento, recebendo aditivos químicos que deixam o grão bem branco e com aparência uniforme.
O lado ruim é que nesse processo ele perde grande parte de suas vitaminas e minerais.
É usado no preparo de quase todas as sobremesas e bebidas, como sucos e cafés.
Cristal:
Seus grãos são maiores e mais transparentes, por isso é difícil de dissolvê-lo.
A técnica de refinamento usada é leve, mas ainda assim retira cerca de 90% dos sais minerais do alimento.
Porém, rende bastante e é econômico.
Orgânico:
Ele é diferente de todos os outros por ser mais escuro e mais grosso, e é o mais caro também. Em nenhum momento são usados ingredientes artificiais ou agrotóxicos nesse tipo de açúcar, desde o plantio da cana até a industrialização.
De confeiteiro:
Muito usado para decorar bolos e tortas por causa dos grãos bem finos.
Isso porque o processo de refinamento ao qual ele é submetido é mais sofisticado, passando por uma peneiragem para que os cristais sejam separados de acordo com a granulometria, seguindo um padrão de tamanho.
Antes de ser embalado, o açúcar recebe uma pequena quantidade de amido de arroz, milho ou fosfato de cálcio, para que os grãos não grudem dentro do pacote.
Mascavo:
Ele tem a cor caramelo, é mais úmido e seu sabor lembra a rapadura.
Isso porque ele passa por um cozimento e ocorre a cristalização do caldo de cana-de-açúcar.
Além disso, como ele não passa pelo processo de refinamento, seus nutrientes são conservados, como ferro e cálcio.
Ele pode ser usado em diversas receitas substituindo o açúcar tradicional, mas deixa um leve sabor residual.
Demerara:
O processo de produção é bem parecido com o do mascavo, porém, ele ainda passa por um refinamento leve, sem receber nenhum aditivo químico.
É um dos tipos mais caros no mercado.
Light:
É uma combinação do açúcar refinado com adoçantes artificiais, como o aspartame.
Ele tem 4 vezes mais poder de adoçar do que o açúcar comum.
Por isso, é preciso tomar cuidado na hora de substituir o açúcar comum pelo light em suas receitas.
Outros açúcares:
Existem ainda os tipos que são mais comuns na indústria ou específicos para uma receita.
É o caso do vanille, que tem um leve sabor de baunilha e é usado em biscoitinhos e alguns tipos de bolos.
Mas não é tão fácil de encontrar.
Tem ainda o xarope invertido, que é a mistura de glicose, frutose e sacarose.
É muito utilizado na indústria alimentícia para adoçar sorvetes, caldas, balas, licores, geleias, biscoitos etc.
E o açúcar líquido, também chamado de xarope simples, usado na fabricação de balas e refrigerantes.
(fonte: Júlia Prado – https://guiadacozinha.com.br)
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