Restaurante D.O.M. – Brasil

www.domrestaurante.com.br

O restaurante brasileiro D.O.M, do chef Alex Atala, ficou em quarto lugar na lista anual dos 50 melhores estabelecimentos do mundo em eleição promovida pela revista britânica “Restaurant Magazine” e anunciada nesta segunda-feira (30) em Londres. Localizada em São Paulo, a casa melhorou três posições com relação a 2011, quando alcançou o sétimo posto.

Ingredientes locais
Alex Atala, de 43 anos, levou seu restaurante à elite da gastronomia mundial com uma cozinha que define como “simples e sustentável”, feita a partir de produtos locais, entre eles alguns dos numerosos ingredientes fornecidos pela Amazônia.

Fonte: http://g1.globo.com

Restaurante Mugaritz – Espanha

http://www.mugaritz.com
 
O restaurante Mugaritz está localizado em Renteria, Guipúzcoa (Pais Basco), Espanha.
É um casarão em um ambiente cercado pela natureza. Mugaritz significa “carvalho da fronteira” em euskera, idioma do País Basco.
O Mugaritz tem um forte toque rural, já que um dia foi uma fazenda leiteira.
É considerado um dos dez melhores restaurantes do mundo.
Foi reconhecido pela revista britânica Restaurant Magazine como o terceiro melhor restaurante do mundo (2012).
Tem duas estrelas Michelin e Três Sóis CAMPSA, além do reconhecimento da imprensa gastronômica mundial.
O chef do restaurante, Andoni Luis Aduriz, começou sua carreira na cozinha de uma pizzaria, como trabalho de final de semana e de férias, enquanto estudava.
Após completar seus estudos na Escuela de Hostelería de San Sebastian, trabalhou com Ramón Roteta, Hilario Arbelaitz, Jean Louis Neichel Juan Mari Arzak, Fermín Arrambide e Pedro Subijana entre outros.
Durante 1993 e 1994 fez parte da equipe do El Bulli, dirigido por Ferran Adria.
Em 1996 ele era chefe de cozinha de Martin Berasategui.
Em 1998 iniciou seu trabalho solo no Mugaritz, restaurante que dirige até hoje e que ganhou vários prêmios e reconhecimentos.
Andoni Luis é claro discípulo de Ferran Adrià.
Desenvolveu uma cozinha refrescante, técnica e imaginativa que incorpora, entre outras coisas, uma grande quantidade de flores e plantas silvestres, fruto de sua paixão pela botânica, e além disso um interesse pela literatura e pelas artes plásticas.
Participou de inúmeras conferências nacionais e internacionais como o World of Flavour, um dos mais importantes festivais gastronômicos dos Estados Unidos, no Napa Valley (Califórnia). Ele também colabora com o AZTI-Tecnalia, um centro especializado em pesquisa alimentária em Derio (Vizcaya), que é pioneiro e referência no mundo.
Tive a oportunidade e o prazer de conhecer o restaurante e descobrir da melhor maneira que cada prato é uma surpresa deliciosa, começando pela batata assada com alioli que parece uma pedra.
O carpaccio de melancia que lhe engana e faz você pensar que está comendo o tradicional carpaccio de carne.
Tem também o filé servido totalmente preto de cinzas.
Para terminar, as sobremesas são: uma deliciosa combinação de iogurte com frutas vermelhas, jerimum confitado com emulsão de café e o incrível bolo de chocolate coberto com ar de chocolate, uma obra de arte imperdível.

 

 

Fonte: http://gourmetmaceio.blogspot.com.br

Restaurante El Celler de Can Roca – Espanha

 

www.cellercanroca.com

Localizado fora da cidade de Girón, El Celler de Can Roca foi fundado em 1986 pelos irmãos Joan e Joseph Roca, justo ao lado do restaurante de familiar de cozinha tradicional catalana que seus pais tinham aberto no bairro de Taialá.

Mais adiante, se une a eles, o irmão caçula Jordi Roca, especialista em confeitaria.
Este ano, El Celler foi selecionado como o segundo melhor restaurante do mundo, pela revista britânica Restaurant.
E neste lugar há a perfeita combinação de tradição com criatividade em um só prato.
A proposta gastronômica dos irmãos Roca é usar os produtos característicos da cozinha catalana e preparar comidas de gourmet, com a mais perfeita técnica acadêmica.
A pesquisa, a originalidade e o estilo livre são próprios desta cozinha.
Todos os anos o menu se renova e os Roca estabelecem uma nova linha de pesquisa específica: um ano foram os perfumes nas sobremesas, outros os destilados, o fumo e a cozinha do vinho, mas sempre mantêm uma série de pratos clássicos.
Entre os favoritos está a parmentier de bogavante com trompetes da morte, um prato a base de lagosta, que foi criado em 1988 e ainda permanece no cardápio.
Outras delícias são encontradas, como sorvete de grapefruit sanguíneo e campari ou o leitão ibérico com amêndoa e genciana, e de sobremesa o sorvete de biscoito e café.
Em 2008 a empresa Calvin Klein pediu aos irmãos para fazer uma sobremesa inspirada no perfume Eternity.
A partir daí, a cozinha de El Celler tem se especializado na criação de distintos pratos, tanto doces como salgados, baseados em diferentes perfumes das marcas mais conhecidas.
Além disso, o lugar conta com uma bodega excepcional de mais de mil referências na carta de vinhos, com propostas interessantes do especialista Josep Roca.
El Celler de Can Roca é um restaurante incrível para aqueles que desejam conhecer comidas extraordinárias e técnicas impressionantes.

 

Fonte: http://www.glitztv.com.br

Restaurante Noma – Dinamarca

http://noma.dk/the-weather-report/
Melhor restaurante do mundo, Noma, na Dinamarca, tem excentricidades.
Liderado pelo Chef René Redzepi, estabelecimento tem filas de espera de no mínimo três meses.
 
Deixe de lado a ideia do restaurante com talheres de prata, toalhas de linho, carta de vinhos com rótulos caríssimos e uma brigada a paparicar os comensais.
O atual objeto do desejo de gastrônomos é o oposto disso.
Chama-se Noma e fica na Dinamarca, no térreo de um armazém do século XVIII, localizado num cais no Porto de Copenhague.
O lugar ganhou fama após receber, em 2010, o prêmio de o melhor restaurante do mundo, conferido pela revista inglesa “Restaurant”, que publica o S. Pellegrino World’s 50 Best, o ranking mais aguardado pelo meio gastronômico — os resultados de 2011 devem ser divulgados no dia 18 deste mês.
O responsável pela façanha, o chef dinamarquês René Redzepi, desbancou, aos 32 anos, lendas como o espanhol Ferran Adrià, do el Bulli, e o inglês Heston Blumenthal, do The Fat Duck. O que tem, afinal, o Noma para causar furor culinário mundo afora?
 
 
No endereço de Redzepi, nada é óbvio.
O ambiente é de uma elegância discreta.
São apenas quarenta lugares no salão em que a madeira reina: nas vigas e no piso escuro e polido, além de no desenho clean de mesas e cadeiras com encosto de couro e peles de ovelha.
Não há trilha sonora.
Sobre as mesas, nada de toalhas nem talheres.
Só copos, pratos, vasos de flores e velas, que permanecem acesas durante todo o dia, ainda que no verão imensos janelões de vidro tragam luz natural abundante até por volta de 23 horas.
Nada, a não ser a comida, disputa atenção com a vista para o Canal de Nyhavn, margeado de prédios coloridos.
“Em que outro lugar é possível enxergar a parte exterior do restaurante a partir da cozinha, sabendo que tempo faz lá fora?”, pergunta, de maneira retórica, Redzepi.
“Os cozinheiros precisam ter sempre contato com o entorno.”
É justo dizer que no tal entorno mora o segredo da cozinha do chef dinamarquês.
Redzepi fez da sua bandeira gastronômica a valorização de ingredientes locais, numa receita que mistura sabores nunca antes imaginados recheados com o discurso da sustentabilidade.
Ele vasculha a região onde vive, sempre em busca da próxima inspiração.
Por isso, receitas de foie gras passam longe do cardápio, assim como o azeite, já que não são produzidos na Dinamarca.
Por outro lado, não faltam banha de porco, toucinho, algas, vieiras, camarões, folhas de azedinha, entre tantos outros ingredientes locais que ganham significado diferente na cozinha inventiva desse chef.
Entre as exceções, figuram café, chocolates e vinhos.
Esses últimos vêm de países como França, Itália, Espanha, Alemanha e Áustria.
 
 
 
O chef gosta de surpreender além da comida.
Ele próprio e seus 25 cozinheiros, de várias nacionalidades, se encarregam de servir os pratos, explicando, em inglês perfeito, a melhor maneira de degustá-los.
Para começar, nada de talheres.
Trata-se de uma forma de propor o resgate das origens, valorizar o contato com o alimento.
E, enquanto você aguarda a primeira sugestão, eis que um dos funcionários aponta para o vaso à mesa e diz: “Pode começar”.
Isso mesmo.
As flores são o primeiro aperitivo.
No miolo, um escargot se revela sobre a rémoulade (molho à base de alcaparras, pepino, maionese e ervas).
Chega à mesa, também, um ovo de porcelana.
Quando aberto, faz evaporar uma nuvem de fumaça que até então envolvia dois ovos de codorna em conserva.
Mais: peixinhos finlandeses equilibram-se dentro de bolinhos de massa de panqueca.
Assim que você começa a se familiarizar com as propostas, tem início o momento mais inusitado da refeição.
Camarões vivos são servidos em vasinhos de vidro cheios de gelo.
Tomado do espírito bárbaro, é preciso besuntar o crustáceo no molho de manteiga e dar-lhe uma mordida fatal.
 
 
Ao propor o ingrediente em seu máximo frescor, Redzepi talvez vá longe demais.
Mas, uma vez ali, depois de mais de três meses na expectativa, não teria graça voltar ao Brasil sem provar de tudo.
Três meses, aliás, é força de expressão: esse é o tempo médio de espera, quando se dá sorte de ter a reserva confirmada.
Diariamente, centenas de pedidos pipocam do mundo inteiro, e, em se tratando de apenas doze mesas, é impossível atender todos os interessados.
Os contemplados desembolsam cerca de 340 reais pelo menu com sete etapas (ou 430 reais, por doze pratos).
No Noma não existe serviço à la carte.
Passada a fase dos aperitivos, aí, sim, vêm os talheres.
A esta altura, você se questiona se são, de fato, necessários.
Vieiras desidratadas parecem pétalas, servidas como chips sobre creme de agrião ao molho de tinta de lula.
Uma ostra apresentada com água do mar repousa sobre cama de algas.
O filé-mignon cru, cortado na ponta da faca, é coberto por folhas de azedinha colhidas pela própria equipe.
E o aipo é assado na manteiga de leite de cabra e oferecido sobre trufas negras da ilha sueca de Gotland.
Por fim, frutas vermelhas e pétalas feitas com beterrabas cobrem um filé de cervo, numa combinação dos deuses.
É a vez da sobremesa.
Uma delas chama-se “um passeio na floresta”: bola de sorvete de mirtilo servida com a fruta in natura, croûtons de brioche, folhas de azedinha, tomilho e granita de pinheiro (espécie de raspadinha verde).
Quatro horas de almoço resultam numa bela experiência gastronômica.
Com tantas surpresas, há quem ame e quem odeie o Noma.
Redzepi sabe disso.
“Em alguns dias, você só quer fazer seu trabalho, sem grandes preocupações. Mas aqui nunca é possível”, desabafa.
“Por isso, quando algum cliente comenta que não gostou, não nos ofendemos”.
Porque existe uma diferença entre fazer o melhor e fazer realmente o melhor.
E damos nosso máximo, absolutamente todos os dias.

 

Fonte: Luciana Lancellotti – http://vejasp.abril.com.br

Os 50 Melhores Restaurantes do Mundo

Qual o melhor lugar do mundo para se comer bem? A eleição anual promovida pela revista britânica Restaurant Magazine listou os 50 melhores restaurantes de 2012. Entre eles, o restaurante brasileiro D.O.M, do chef Alex Atala, que ficou em quarto lugar do ranking.
Pelo terceiro ano consecutivo, o primeiro lugar ficou com o restaurante Noma, da Dinamarca, liderado pelo chef René Redzepi, seguido pelo El Celler de Can Roca e Mugaritz, ambos espanhóis. Confira a lista a seguir.
 
1. Noma, Dinamarca
Noma significa comida nórdica e está localizado em um antigo armazém na Dinamarca. O restaurante serve tipos variados de carne, camarões, ervas e algumas especialidades do chef Rene Redzepi. Pela terceira vez no topo da lista, o chef contou que o ranking mudou completamente o número de clientes: “Nós saímos de uma segunda-feira com 14 clientes para uma lista de espera de 1.200 pessoas”.

 

2. El Celler de Can Roca, Espanha
Os irmãos Joan, Josep e Jordi colocaram o El Celler de Can Roca como o segundo preferido de 2012. O restaurante é bem moderno e fica na pequena cidade de Girona, na costa da Catalunha. No local, são servidas azeitonas caramelizadas de entrada, que chegam à mesa em árvores de bonsai, e pratos clássicos catalães.

 

3. Mugaritz, Espanha
O chef Andoni Luis Aduriz é bem reconhecido em San Sebastian, na Espanha. É ele que prepara os pratos do Murgaritz, que tem como especialidade pescada branca e batatas.

 

4. D.O.M., Brasil
Liderado pelo chef Alex Atala, o restaurante fica na cidade de São Paulo. A proposta é produzir refeições sustentáveis com ingredientes fornecidos pela Amazônia, como palmito, mandioca e sucos de frutas típicas.

 

5. Osteria Francescana, Itália
Elegante e moderno, o Osteria Francescana fica em Modena, na Itália, e é liderado pelo chef Massimo.

 

6. Per Se, Estados Unidos
Luxuoso e moderno, o restaurante Per Se contra com as especialidades do chef Thomas Keller, além de ter uma vista privilegiada para o Central Park.

 

7. Alinea, Estados Unidos
Em Chicago, o restaurante Alinea traz os pratos produzidos pelo chef Grant Achatz, que serve os alimentos de uma forma muito particular. Com géis, espumas e pós, ele transforma os pratos em uma obra de arte.

 

8. Arzak, Espanha
Tradicional na Espanha, o restaurante foi fundado no século 19. Com ambiente familiar, Arzak traz algumas novidades como pratos servidos em monitores de computador.
9. Dinner by Heston Blumenthal, Inglaterra
Um dos restaurantes mais badalados de Londres, Blumenthal é liderado pelo chef Heston Blumental, que inventou a famosa “Fruta de carne”, um fígado de galinha recheado com geleia de fruta.

 

10. Eleven Madison Park, Inglaterra
Este restaurante de Nova York saltou 14 lugares entre os melhores do mundo desde o último ano. Ele é liderado pelo chef Daniel Humm.

 

11. Steirereck, Austria
12. L’Atelier Saint-Germain de Joël Robuchon, França
13. The Fat Duck, Inglaterra
14. The Ledbury, Inglaterra
15. Le Chateaubriand, França
16. L’Arpege, França
17. Pierre Gagnaire, França
18. L’Astrance, França
19. Le Bernardin, Estados Unidos
20. Frantzén/Lindeberg , Suécia
21. Oud Sluis, Holanda
22. Aqua, Alemanha
23. Vendôme, Alemanha
24. Mirazur, França
25. Daniel, Estados Unidos
26. Iggy’s, Cingapura
27. Narisawa, Japão
28. Nihonryori RyuGin, Japão
29. Quay Restaurant, Austrália
30. Schloss Schauenstein, Suíça
31. Asador Etxebarri, Espanha
32. Le Calandre, Itália
33. De Librije, Holanda
34. Fäviken Magasinet, Suécia
35. Astrid y Gastón, Peru
36. Pujol, México
37. Momofuku Ssäm Bar, Estados Unidos
38. Biko, México
39. Waku Ghin, Cingapura
40. Quique Dacosta, Espanha
41. Mathias Dahlgren, Suécia
42. Hof van Cleve, Bélgica
43. The French Laundry, Estados Unidos
44. Amber, China
45. Vila Joya, Portugal
46. Il Canto, Itália
47. Bras, França
48. Manresa, Estados Unidos
49. Geranium, Dinamarca
50. Nahm, Tailândia

 

Fonte: Terra

 

Restaurante Théo Medeiros